1- A Seleção:
Em primeiro lugar eu gostaria de avisar que algumas pessoas estão comparando esse livro com "The Hunger Games" ou outros livros distópicos, mas um não tem absolutamente nada a ver com o outro. Se você está procurando um livro cheio de ação pode fechar a página porque The Selection é, do início ao fim, um romance clichê (que me lembra muito Cinderella), mas eu gostei tanto do livro que o 'devorei' em menos de 24 horas. A seleção é o primeiro livro da série, que conta com os Livros: A Elite, A Escolha, A Herdeira, ainda estamos ansiosos para o próximo livro que será lançado ano que vem, a série ainda conta com outro livros, como extras, que são narrados por outros personagens, como A Rainha, O Príncipe e O Guarda.
Sinopse: Para trinta e cinco garotas, a Seleção é a chance de suas vidas. A oportunidade de escapar da vida estabelecida para elas desde o nascimento. Entrar em um mundo de vestido brilhantes e joias de valor inestimável. De viver em um palácio e competir pelo coração do lindo Príncipe Maxon. Mas para America Singer, ser Selecionada é um pesadelo. Isso significa virar as costas para seu amor secreto com Aspen, que é de uma casta menor que a dela. Deixar sua casa para entrar em uma competição acirrada por uma coroa que ela não quer. Viver em um palácio constantemente ameaçado por rebeldes violentos. Então, America conhece Príncipe Maxon. Gradualmente, ela começa a questionar todos os planos que fez para si mesma- e percebe que a vida que ela sempre sonhou não é nada comparada com o futuro que ela nunca imaginou.
The Selection é escrito em primeira pessoa, do ponto de vista de America Singer (e sim, ela é uma cantora). O livro se passa no futuro, em um novo país chamado Iléa, que fica onde costumavam ser os Estados Unidos. A sociedade de Iléa é dividida em níveis que vão de 1 a 8, sendo 1 a família real e 8 os "mendigos", e desde o início o livro é um pouco chocante, pois America é pobre e vive em uma realidade onde as pessoas passam fome diariamente e alguns até morrem de exaustão. Ela é apaixonada por um jovem chama Aspen, que é ainda mais pobre que ela, e America passa um bom tempo fazendo planos para o futuro dos dois, com direito a casamento e filhos. Infelizmente, tudo muda quando America é escolhida para A Seleção, uma competição onde 35 jovens tentam ganhar o coração do príncipe (e, de quebra, conseguir uma coroa e muito dinheiro).
2- Divergente:
Sem dúvida um dos melhores livros do ano, essa é a melhor distopia que eu já li. Sim, é melhor que Jogos Vorazes, e se você leu Divergente e ainda não acha isso, espere só até ler Insurgente! A Trilogia é composta pelos livros: Divergente, Insurgente e Convergente. E alguns bônus que ainda não li.
Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
As Facções: Para tentar auxiliar um pouco a compreensão de vocês, vou explicar algumas coisas sobre as facções.
Audácia: Audácia é um sinônimo de coragem, mas também de ousadia, e é possível encontrar ambas as características nos membros dessa facção. Eles são os responsáveis por vigiar os muros que protegem a cidade e, caso sejam um dos melhores de sua "turma", podem conseguir empregos no governo.
Amizade: Os membros da Amizade são pacíficos, não acreditam em violência e não tem um líder - todas as decisões necessárias são discutidas em grupo. Seus membros aparentam estar sempre felizes e são extremamente otimistas. São responsáveis pela agricultura e é na Amizade que encontramos os únicos artistas.
Abnegação: Acreditam que o bem comum é mais importante que o bem próprio, se esforçam muito para ajudar a comunidade e evitam chamar a atenção. Por serem muito altruístas, ficaram encarregados da política e são eles que tomam a maioria das decisões que influenciem em todas as facções.
Erudição: Valorizam o conhecimento acima de todas as outras coisas. Os membros dessa facção costumam se tornar professores ou cientistas e mantém registros cuidadosos de tudo o que descobrem.
São calmos e evitam conflitos.
Franqueza: Conhecidos por jamais mentir, os membros da Franqueza acreditam que educação é mentir disfarçadamente. Por sua principal característica, eles se encarregaram de aplicar as leis na sociedade.
Seus principais "inimigos" são a Amizade, que é a favor de enganar para manter a paz.
A Trama: Divergente segue a história de Beatrice Prior, uma garota de dezesseis anos que está prestes a tomar uma decisão que afetará sua vida inteira.
No universo criado por Veronica Roth a humanidade se destruiu ao ponto em que restaram poucos e estes se dividiram em cinco facções, baseadas em seus ideais. Eu vou admitir quetalvez este mundo distópico não seja o mais perfeito que eu já vi, mas ele é consistente e faz sentido. As primeiras 100 páginas do livro não tem tanta ação, a autora preferiu explorar os sentimentos de Beatrice e introduzir o leitor ao mundo "atual".
Mas, após tal introdução, Beatrice precisa escolher em qual facção viverá para o resto de sua vida e é a partir daí que o livro fica absolutamente incrível.
A trama é emocionante, arrebatadora e tem um ritmo frenético, certas partes me fizeram perder completamente a noção do tempo. As facções são fascinantes e eu adorei aprender tudo sobre elas e seus membros, Veronica brincou um pouco com psicologia e a maneira como o ser humano não consegue se encaixar em uma característica só. O livro é repleto de reviravoltas e o final poderia ser um pouco melhor - muitas perguntas ficaram no ar - mas ainda fiquei morrendo de vontade de ler a continuação.
No universo criado por Veronica Roth a humanidade se destruiu ao ponto em que restaram poucos e estes se dividiram em cinco facções, baseadas em seus ideais. Eu vou admitir quetalvez este mundo distópico não seja o mais perfeito que eu já vi, mas ele é consistente e faz sentido. As primeiras 100 páginas do livro não tem tanta ação, a autora preferiu explorar os sentimentos de Beatrice e introduzir o leitor ao mundo "atual".
Mas, após tal introdução, Beatrice precisa escolher em qual facção viverá para o resto de sua vida e é a partir daí que o livro fica absolutamente incrível.
A trama é emocionante, arrebatadora e tem um ritmo frenético, certas partes me fizeram perder completamente a noção do tempo. As facções são fascinantes e eu adorei aprender tudo sobre elas e seus membros, Veronica brincou um pouco com psicologia e a maneira como o ser humano não consegue se encaixar em uma característica só. O livro é repleto de reviravoltas e o final poderia ser um pouco melhor - muitas perguntas ficaram no ar - mas ainda fiquei morrendo de vontade de ler a continuação.
3- De Volta aos Quinze:
Quem nunca teve desejo de voltar atrás numa escolha... De mudar, de fazer diferente? Quem nunca teve vontade de repensar uma decisão ou oportunidade do passado? Quem nunca se perguntou que rumo teria tomado a sua vida se você mudasse esta ou aquela atitude? Teria sido melhor? ‘E se, e se, e se...’. Bem,Anita vê a chance de mudar esses milhares de ‘e se...’ que às vezes martelam em nossa cabeça. E, mesmo assim, nem tudo acontece como ela espera... Passamos a vida inteira assim, nos adaptando ao mundo. Acumulamos pessoas e histórias que um dia vamos contar para alguém. Mas, e se, por um segundo, pudéssemos fazer o caminho inverso? Ler nossa própria história e escrevê-la novamente? Ontem, com a cabeça de hoje. Será que isso resolveria? Seria essa a fórmula da felicidade? A solução de todos os nossos problemas? (página 12)
Anita tem 30 anos, uma série de problemas e uma mente confusa. Nascida no interior de Minas Gerais, muda-se a São Paulo e se depara com uma vida bem diferente daquela esperada por seus parentes e familiares (que construíram sua vida em Imperatriz, MG). Talvez, diferente até do que ela mesma esperava. O emprego não é lá aquela coisa, vive de aluguel e nunca embarcou num relacionamento sério. No meio disso tudo, o acaso a leva ao endereço na internet do seu primeiro blog, criado quando tinha 15 anos.
A partir desta lembrança, e, ao ler o seu primeiro e único texto publicado no blog, é (misteriosamente) transportada ao passado (mais precisamente, ao ensino médio... Com corpo de 15, cabeça de 30) e tem a chance de mudar tudo o que hoje a incomoda. Eu queria tanto uma segunda chance! Queria dar um “ctrl+z” na vida e desfazer algumas ações, para poder mostrar às pessoas quem eu realmente era. O problema é que nem eu sabia muito bem. (página 30)
Com tanta coisa acontecendo e muitas descobertas do passado, Anita constrói, pouco a pouco, uma vida totalmente diferente para si: desfaz amizades, conhece novas pessoas, aproveita mais a companhia do pai (um dos melhores personagens, sério) e aprende que para mudar qualquer coisa ao seu redor, primeiro ela tem que mudar a si mesma.
Depois do primeiro livro (de crônicas e contos), o ‘Depois dos quinze’, a autora e blogueira Bruna Vieira lança seu primeiro romance ‘De volta aos quinze’, que é o primeiro volume da trilogia ‘Meu primeiro blog’. A linguagem é leve, e muito reflexiva. No começo de cada capítulo, uma frase muito-fofa-e-verdadeira introduz os acontecimentos. De maneira geral, posso dizer que o livro se enquadra num gênero mais infanto-juvenil mesmo, com uma pitada de açúcar e romance que as leitoras de ‘chick lit’ (= ‘literatura de mulherzinha’) irão amar! AH!! Quem acompanha/ conhece a Bruna, vai notar algumas semelhanças dela própria com a personagem principal (apesar de não ser um livro autobiográfico). ‘De volta aos quinze’ também traz referências de músicas, filme e cenários inspiradores como Paris e a grande São Paulo. ♥
Dizem por aí, e eu concordo plenamente: a melhor maneira de ser feliz com alguém é aprender a ser feliz sozinho. Daí a companhia será questão de escolha, e não de necessidade. (Bruna Vieira, trecho do livro ‘De volta aos quinze’, página 177)
PS: Outra série que estou lendo e amando é do Rick Riordan, Percy Jackson e os Olimpianos. Mas as coisas estão meio corridas e ainda estou lendo o terceiro livro ( A maldição do titã ). Assim que eu terminar conto tudo para vocês.






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