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REATIVANDO




Sinceramente, não sei se alguém vai ler esse post ou até mesmo se alguém já se interessou por esse blog um dia. Mas acontece que faz quase um ano que deixei de expor meus sentimentos e meus sonhos nas entrelinhas dos meus amados textos, e isso me deixou uma baita saudade. Não tenho ambição de me tornar uma "grande blogueira", amo escrever mas nem de longe sou uma boa escritora, esse blog vai sim continuar sendo meu cantinho, o lugar onde eu escrevo o que quero, mostro o que acredito e quem sou eu, sem nenhuma vontade de simplesmente agradar alguém além de mim mesmo, ah claro, ninguém além do meu Jesus claro. É que Ele têm sido tão real em mim que a vontade Dele passou a ser a minha.
Bom, se tiver alguém aí do outro lado lendo esse textinho... É estou voltando para o meu lugarzinho pra compartilhar cada detalhezinho da vida de uma jovem sonhadora, atrapalhada e completamente dependente de Jesus.
Nestes meses que passei sem postar nada por aqui muita coisa aconteceu, mudei bastante em vários aspectos e pretendo compartilhar um pouco de cada uma destas coisas, desde como organizo minha rotina, materiais pelos quais estudo tanto no seminário quanto para os vestibulares, e também pretendo voltar a escrever meus textos/testemunhos. Estou cheia de ideias, e pretendo colocá-las em prática aqui.
Bem como já disse realmente não sei se tem alguém lendo isto aqui ou não, a todo caso terei registrado aqui momentos lindos de uma fase maravilhosa de minha vida.

Com amor e carinho,
KAROL.

Quando eu deixei de ser uma pessoa que escreve.

Recebo algumas mensagens de vez em quando. Elogios, na maior parte das vezes,
 bem fofos. Mas que, quase sempre, repetem algo que me deixa bastante intrigada: as 
pessoas têm mania de dizer que nós, que escrevemos, temos um dom para a coisa. 

Eu nunca soube entender se escrever é realmente um dom. Quer dizer,
 sim, muitos escritores que amo parecem ter nascido para escrever,
 como seres abençoados que respiram prosa e poesia, mas, para mim, 
mera pessoinha que escreve num blog na rede mundial de computadores, 
escrever sempre foi muito mais prática do que dom. 

Eu realmente não acho que tenho o dom da escrita.
Apenas calhou que eu gosto de escrever. E, quando você gosta de escrever,
 você, normalmente, curte ler. E quando você lê coisas legais e gosta de escrever,
 você se questiona:
- poxa, será que eu consigo escrever algo minimamente legal assim também?

E aí você tenta.
E tenta.
E tenta.

E muitas vezes você não gosta. De vez em quando, você publica textos que odeia. 
Outras, deleta o texto correndo para aquilo não ficar salvo em lugar nenhum. 
Acontece de você publicar um texto que amou e, três semanas depois,
 reler aquilo e não acreditar que teve coragem de divulgar pra alguém além da sua mãe. 

É assim que é.
E você vai tentando, tentando, tentando.
Aí um dia você recebe uma mensagem elogiando as suas tentativas
 e isso te motiva a escrever um pouco mais. 
Prática. Tentativa e erro. Dia após dia.

Aí um dia a vida te esmurra na cara com a realidade e você se vê,
muito mais focada em correr atrás dos seus planos do que continuar escrevendo. 
E aí você entra num caminho difícil porque quanto mais tempo você fica sem escrever,
 mais difícil é voltar. Entende por que eu questiono tanto essa coisa do dom?
 Não é sentar em frente a uma tela em branco e fazer milagre.
 Escrever é difícil pra caramba.

Notar que você era uma pessoa que escrevia e, de repente, 
não é mais uma pessoa que escreve é um pouco desesperador.
 Aconteceu comigo nos últimos tempos e eu fiquei: ok, e agora, como faz?

Bom, tô aqui tentando fazer. Entende? Tentando reassumir a prática de escrever e,
 ok, talvez os textos do retorno não saiam do jeito que planejei e eu publique um,
 dois, dez textos que odeie. Acontece.

Mas escrever é tentar.
E tentar.
E tentar.
Quem sabe um dia eu chegue lá.

Karol com K: Minhas Séries Literárias Favoritas.

        



1- A Seleção:                                                                                                                                                                                         
              
   Em primeiro lugar eu gostaria de avisar que algumas pessoas estão comparando esse livro com "The Hunger Games" ou outros livros distópicos, mas um não tem absolutamente nada a ver com o outro. Se você está procurando um livro cheio de ação pode fechar a página porque The Selection é, do início ao fim, um romance clichê (que me lembra muito Cinderella), mas eu gostei tanto do livro que o 'devorei' em menos de 24 horas. A seleção é o primeiro livro da série, que conta com os Livros: A Elite, A Escolha, A Herdeira, ainda estamos ansiosos para o próximo livro que será lançado ano que vem, a série ainda conta com outro livros, como extras, que são narrados por outros personagens, como A Rainha, O Príncipe e O Guarda.

Sinopse: Para trinta e cinco garotas, a Seleção é a chance de suas vidas. A oportunidade de escapar da vida estabelecida para elas desde o nascimento. Entrar em um mundo de vestido brilhantes e joias de valor inestimável. De viver em um palácio e competir pelo coração do lindo Príncipe Maxon. Mas para America Singer, ser Selecionada é um pesadelo. Isso significa virar as costas para seu amor secreto com Aspen, que é de uma casta menor que a dela. Deixar sua casa para entrar em uma competição acirrada por uma coroa que ela não quer. Viver em um palácio constantemente ameaçado por rebeldes violentos. Então, America conhece Príncipe Maxon. Gradualmente, ela começa a questionar todos os planos que fez para si mesma- e percebe que a vida que ela sempre sonhou não é nada comparada com o futuro que ela nunca imaginou.
The Selection é escrito em primeira pessoa, do ponto de vista de America Singer (e sim, ela é uma cantora). O livro se passa no futuro, em um novo país chamado Iléa, que fica onde costumavam ser os Estados Unidos. A sociedade de Iléa é dividida em níveis que vão de 1 a 8, sendo 1 a família real e 8 os "mendigos", e desde o início o livro é um pouco chocante, pois America é pobre e vive em uma realidade onde as pessoas passam fome diariamente e alguns até morrem de exaustão. Ela é apaixonada por um jovem chama Aspen, que é ainda mais pobre que ela, e America passa um bom tempo fazendo planos para o futuro dos dois, com direito a casamento e filhos. Infelizmente, tudo muda quando America é escolhida para A Seleção, uma competição onde 35 jovens tentam ganhar o coração do príncipe (e, de quebra, conseguir uma coroa e muito dinheiro).

2- Divergente:

Sem dúvida um dos melhores livros do ano, essa é a melhor distopia que eu já li. Sim, é melhor que Jogos Vorazes, e se você leu Divergente e ainda não acha isso, espere só até ler Insurgente! A Trilogia é composta pelos livros: Divergente, Insurgente e Convergente. E alguns bônus que ainda não li.

Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive. 

As Facções: Para tentar auxiliar um pouco a compreensão de vocês, vou explicar algumas coisas sobre as facções.


Audácia: Audácia é um sinônimo de coragem, mas também de ousadia, e é possível encontrar ambas as características nos membros dessa facção. Eles são os responsáveis por vigiar os muros que protegem a cidade e, caso sejam um dos melhores de sua "turma", podem conseguir empregos no governo.


Amizade: Os membros da Amizade são pacíficos, não acreditam em violência e não tem um líder - todas as decisões necessárias são discutidas em grupo. Seus membros aparentam estar sempre felizes e são extremamente otimistas. São responsáveis pela agricultura e é na Amizade que encontramos os únicos artistas.


Abnegação: Acreditam que o bem comum é mais importante que o bem próprio, se esforçam muito para ajudar a comunidade e evitam chamar a atenção. Por serem muito altruístas, ficaram encarregados da política e são eles que tomam a maioria das decisões que influenciem em todas as facções.

Erudição: Valorizam o conhecimento acima de todas as outras coisas. Os membros dessa facção costumam se tornar professores ou cientistas e mantém registros cuidadosos de tudo o que descobrem.
São calmos e evitam conflitos.


Franqueza: Conhecidos por jamais mentir, os membros da Franqueza acreditam que educação é mentir disfarçadamente. Por sua principal característica, eles se encarregaram de aplicar as leis na sociedade.
Seus principais "inimigos" são a Amizade, que é a favor de enganar para manter a paz.

A Trama: Divergente segue a história de Beatrice Prior, uma garota de dezesseis anos que está prestes a tomar uma decisão que afetará sua vida inteira.
No universo criado por Veronica Roth a humanidade se destruiu ao ponto em que restaram poucos e estes se dividiram em cinco facções, baseadas em seus ideais. Eu vou admitir quetalvez este mundo distópico não seja o mais perfeito que eu já vi, mas ele é consistente e faz sentidoAs primeiras 100 páginas do livro não tem tanta ação, a autora preferiu explorar os sentimentos de Beatrice e introduzir o leitor ao mundo "atual".
Mas, após tal introdução, Beatrice precisa escolher em qual facção viverá para o resto de sua vida e é a partir daí que o livro fica absolutamente incrível.

A trama é emocionante, arrebatadora e tem um ritmo frenético, certas partes me fizeram perder completamente a noção do tempo. As facções são fascinantes e eu adorei aprender tudo sobre elas e seus membros, Veronica brincou um pouco com psicologia e a maneira como o ser humano não consegue se encaixar em uma característica só. O livro é repleto de reviravoltas e o final poderia ser um pouco melhor - muitas perguntas ficaram no ar - mas ainda fiquei morrendo de vontade de ler a continuação.

3- De Volta aos Quinze:


Quem nunca teve desejo de voltar atrás numa escolha... De mudar, de fazer diferente? Quem nunca teve vontade de repensar uma decisão ou oportunidade do passado? Quem nunca se perguntou que rumo teria tomado a sua vida se você mudasse esta ou aquela atitude? Teria sido melhor? ‘E se, e se, e se...’. Bem,Anita vê a chance de mudar esses milhares de ‘e se...’ que às vezes martelam em nossa cabeça. E, mesmo assim, nem tudo acontece como ela espera... Passamos a vida inteira assim, nos adaptando ao mundo. Acumulamos pessoas e histórias que um dia vamos contar para alguém. Mas, e se, por um segundo, pudéssemos fazer o caminho inverso? Ler nossa própria história e escrevê-la novamente? Ontem, com a cabeça de hoje. Será que isso resolveria? Seria essa a fórmula da felicidade? A solução de todos os nossos problemas? (página 12)

Anita tem 30 anos, uma série de problemas e uma mente confusa. Nascida no interior de Minas Gerais, muda-se a São Paulo e se depara com uma vida bem diferente daquela esperada por seus parentes e familiares (que construíram sua vida em Imperatriz, MG). Talvez, diferente até do que ela mesma esperava. O emprego não é lá aquela coisa, vive de aluguel e nunca embarcou num relacionamento sério. No meio disso tudo, o acaso a leva ao endereço na internet do seu primeiro blog, criado quando tinha 15 anos. 

A partir desta lembrança, e, ao ler o seu primeiro e único texto publicado no blog, é (misteriosamente) transportada ao passado (mais precisamente, ao ensino médio... Com corpo de 15, cabeça de 30) e tem a chance de mudar tudo o que hoje a incomoda. Eu queria tanto uma segunda chance! Queria dar um “ctrl+z” na vida e desfazer algumas ações, para poder mostrar às pessoas quem eu realmente era. O problema é que nem eu sabia muito bem. (página 30) 
Com tanta coisa acontecendo e muitas descobertas do passado, Anita constrói, pouco a pouco, uma vida totalmente diferente para si: desfaz amizades, conhece novas pessoas, aproveita mais a companhia do pai (um dos melhores personagens, sério) e aprende que para mudar qualquer coisa ao seu redor, primeiro ela tem que mudar a si mesma.

Depois do primeiro livro (de crônicas e contos), o ‘Depois dos quinze’, a autora e blogueira Bruna Vieira lança seu primeiro romance ‘De volta aos quinze’, que é o primeiro volume da trilogia ‘Meu primeiro blog’. A linguagem é leve, e muito reflexiva. No começo de cada capítulo, uma frase muito-fofa-e-verdadeira introduz os acontecimentos. De maneira geral, posso dizer que o livro se enquadra num gênero mais infanto-juvenil mesmo, com uma pitada de açúcar e romance que as leitoras de ‘chick lit’ (= ‘literatura de mulherzinha’) irão amar! AH!! Quem acompanha/ conhece a Bruna, vai notar algumas semelhanças dela própria com a personagem principal (apesar de não ser um livro autobiográfico). ‘De volta aos quinze’ também traz referências de músicas, filme e cenários inspiradores como Paris e a grande São Paulo. ♥

Dizem por aí, e eu concordo plenamente: a melhor maneira de ser feliz com alguém é aprender a ser feliz sozinho. Daí a companhia será questão de escolha, e não de necessidade. (Bruna Vieira, trecho do livro ‘De volta aos quinze’, página 177)

PS: Outra série que estou lendo e amando é do Rick Riordan, Percy Jackson e os Olimpianos. Mas as coisas estão meio corridas e ainda estou lendo o terceiro livro ( A maldição do titã ). Assim que eu terminar conto tudo para vocês.


Karol com K: CD da Marcela taís - Moderno à moda antiga.

                         

Há mais ou menos 1 ano e meio (ou quase isso, não me lembro bem) , uma amiga me mostrou uma música que dizia me descrever perfeitamente, Menina não vá desanimar, desde então as poesias em forma de música da Marcela não saem do meu fone.
Dia desses olhando o instagram vi que tinha CD novo, e advinha, fui correndo conferir, todas as faixas são lindas, é o tipo de música que traz paz ao coração sabe, e aí? quem quer conferir também, vem comigo escutar...
 O CD tem 12 faixas de puro amor:


1- Ame mais, julgue menos:

2- Moderno à moda antiga:


3- Muita calma nessa alma:



4-  Risco:


5- Quando é amor:


6-  Sou diferente:


7- Voar:


8- Partir:


9- Homem de verdade:


10-  Naufrágio: 


11- Pequenas Alegrias:


12- Espera por mim:




Por que ele ainda não chegou?



Não sabemos orar como convém e não sei sobre outros pontos que devo, mas esse aspecto já aprendi com Deus: o problema pode não ser com você. O problema pode ser com ele.
Você ainda espera a chegada de seu Príncipe, você nunca o viu, ou ate já viu mas não sabe que é ele, você sabe que é ele, mas ele nem “tchum” pra você, você suspeita que seja ele, mas até agora nada de sinal. Como disse o problema pode estar nele.
Aos meninos que estiverem lendo essa postagem, gostaria de ressaltar que não estamos dizendo que a culpa é de vocês e nem que vocês sejam um problema, mas que as meninas que os aguardam devem orar por vocês em todos os aspectos.
Voltando:
A primeira coisa que Deus me fez entender foi. Nós é que somos a benção deles, nós é que existimos por eles. Muitas vezes nós meninas esperamos que “ele chegue”. Quando na verdade somos nós que estaremos chegando pra ele. Queremos a nossa “benção, quando nós é que somos a benção deles. Não entendam bobagem. Estou tentando explicar, garota, que o seu futuro esposo não será trazido por Deus a você, mas você será levada a ele, é você quem existe por causa dele.
Deus deu Eva a Adão e não Adão a Eva. Deus levou Rebeca a Isaque e não Isaque a Rebeca, Deus  trouxe de outra terra Rute para Boás e não levou Boás a Rute… Entendido?Não entenda isso como que você que toma atitude e ele espera. Não, ele toma atitude e você espera. Mas no Reino, quando Deus pensou em cria-lo, ele imaginou você pra ele e não o contrário. Ele já te criou pensando que “não fosse bom que ele “seu futuro esposo, “estivesse só”. Tomara que tenham entendido o que quis dizer.
Então, se você existe em razão dele e para ser a futura esposa dele, então ele é´ o jogador e você o prêmio. Concorda? e se vocês dois ainda não se encontraram ou se entenderam, é por que ele ainda não pode receber você, receber a benção dele. Você como o premio mais caro de todos está demorando a chegar para ele. Eu entendi isso, quando sentei pra conversar com a Mayara, filha de discipulado, que, na época,só tinha 6 meses de cristã. Com 6 meses ela conheceu um rapaz de Deus e eles já vão casar ano que vem.
1º. Ela  e ele estavam no centro da vontade de Deus.
2º. Ela e ele esperaram alguém de Deus.
Comecei a pensar como algo assim aconteceu tão rápido. tendo inúmeras confirmações de que eles são da vontade de Deus um para o outro. Foi então que “entendi” (na verdade Deus me fez entender). Ela tinha 6 meses de cristã, ele não. Ela ainda tem muito o que aprender sobre a Palavra de Deus. Ele sempre terá algo que aprender, mas conhece um tanto mais que ela. Ele já orava por ela sem conhece-lá há anos. Ele dizia a Deus o que ele buscava em uma moça pra ele. Ela preencheu todos os requisitos. Foi então que “percebi”: “Maya,não é por você, é por ele!”. Ele não veio pra você, você veio pra ele. É claro que quando Deus dá pra seus filhos homens o presente como a mão de sua filha, ambos são presenteados, mas mais uma vez a palavra de Deus foi perfeita, sobre a autoridade que  há na vida do homem. Não tome atitudes, são eles que devem tomar. Ele vai ao Rei, pede a mão da filha do Rei, o Rei conduz a sua filha até o Príncipe. O mesmo ritual que há no casamento, o pai leva a noiva ate o noivo, mas isso é tema para uma próxima postagem.
Talvez vocês estejam demorando a se  encontrar por que a pessoa pra quem ele te formou ainda não esteja preparada para recebe-lá, nem na posição, nem amadurecido, ou enfrentando duvidas, dificuldades em sua vida. Ele pode até estar do seu lado, ele pode gostar de você, mas talvez seja tímido, talvez pense que você não gosta medo, talvez ainda não tenha recebido aquela confirmação de Deus sobre você, sobre o momento certo, enfim inúmeras coisas. Talvez a linha que o separe de você seja a de uma batalha que ele tem que enfrentar como prova de Deus pra ter você.

Talvez o Rei tenha dito sobre um gigante que afrontou seu povo e todos comentem:
“Vistes aquele homem que subiu? Pois subiu para afrontar a Israel; há de ser, pois, que, o homem que o ferir, o rei o enriquecerá de grandes riquezas, e lhe dará a sua filha, e fará livre a casa de seu pai em Israel, (1 Samuel 17, 25).
É ai, flor, que você deve orar. Orar pra que ele vença as batalhas, orar para que ele vença seus medos, orar pra que amadureça, orar pra que a guerra pra onde ele foi, ele traga a cabeça do Golias na mão e o Rei lhe conceda a sua mão a ele. Quando mais rápido ele destruir os inimigos e nisso sua oração tem um peso muito grande de auxilio pelo seu amado, mais rápido ele virá pra você. Ele sairá vencedor da guerra, por amor ao Reino e por amor a Filha do Rei. Quando ele estiver vindo longe, você saberá que a sua hora chegou.

Fonte: garotacrista.com.br

Não à Julietização das garotas cristãs.


Estava eu assistindo Romeu e Julieta, versão 1965 (sim, amarradona!). Minha mãe quase chora de tédio, meu pai se revolta e meu irmão zoa com minha cara. Mas fico feliz em assistir os bons clássicos, a inteligência atemporal de Shakespeare e as falas cheias de um romance absurdo. “Romeu, Romeu!” – um drama doido, mas bom na ficção.
 Beleza, mas para onde a gente corre quando a falecida Julieta começa a fazer discípulas?
 Se você for analisar a coisa friamente, tem um monte de meninas contraindo a “Síndrome de Capuleto” por aí. Na história original, o Romeu tinha 16 anos e a dita-cuja tinha apenas 13. Sem noção da vida, mas com força suficiente para quebrar tudo e enfiar uma espada no corpinho que ainda tinha muita puberdade pela frente. Fazia muito e pensava pouco. Você conhece alguma garota parecida?
 Julietas, Julietas. As discípulas não deixam de imitar quase nada: Entregam a boca e o coração ao cara bonitinho no mesmo dia em que o conhecem – sem saber se são amigos ou inimigos da fé. Passam por cima dos pais. Esquecem que, sendo os pais cristãos ou não, ainda são pais, o que faz deles voz de Deus sobre suas vidas. Não se conhecem nem conhecem os outros muito bem. “Eu te amo porque amo, por causa do diálogo superficial já te desejo por toda a vida”.
 Ah, e tem o lance da precipitação também. Se não for agora, não é nunca mais, blá blá blá... Querem porque querem, assim como não amam muito bem. Quando você se “julietiza”, o importante na vida é rir e ter o prazer de qualquer conquista. Aprender fica em segundo plano – e, como Deus nos criou para ser aprendizes até o fim, isso é um obstáculo complicado.
 E por fim, o terror do desfecho: Síndrome de Capuleto é uma doença mortal. Depois de cega, a vítima fica surda e insensível a qualquer mudança de planos que tire seu objetivo da jogada. Ela dá umas convulsões de ódio, porque o resto do mundo parece estar determinado a encher o saco. “Todos estão errados, menos eu e Romeu! Por que será que ninguém percebe? Ele é o queijo da minha goiabada.” Então, depois de cega e surda, a idólatra dá fim à própria vida. Porque afinal, é melhor morrer que viver longe dele... Triste, né?
 Mulherada, pare de “julietar” por aí. Não vamos trocar os joelhos dobrados por dois corações acelerados. Qualquer uma que se mete nessa de valorizar o temporário, tende a terminar como a grande pioneira da arte: morrendo pelas próprias mãos.

Fonte: garotacrista.com.br

A Resposta.



Como cristã, filha e serva do Senhor, sempre peço apoio e direção em qualquer que seja das decisões que tomo, em qualquer que seja a área da minha vida.
E como Pai zeloso, bondoso e misericordioso Ele sempre me responde e me guia pelo caminho certo.Acontece que nossa natureza humana é pecadora mesmo, e sim, Às vezes (quase sempre) desobedeço e me "arrebento" toda, e lá está Ele, de braços abertos para cuidar de mim.
Pois é, nem sempre a resposta de Deus é aquela queremos. Daí a gente pensa: - Não, não Senhor, tá errada essa resposta aí, olha escuta minha oração aí de novo, que eu tô aqui esperando tá?!
Acontece, que desta forma estamos ignorando o fato de que Deus é Deus, e sabe o que é melhor para nós.
Quando ignoramos suas respostas,impedimos o agir de Deus em nossas vidas, afinal Ele nos deu livre arbítrio, e mesmo Ele tendo grandes e maravilhosos planos para nós, nossas escolhas quem faz somos nós, e essas escolhas algumas vezes nos levam para longe da vontade de Deus.
E é aí que tá o negócio, em nossas orações e louvores dizemos que os Sonhos de DEUS  são maiores  e melhores que os nossos (e realmente são), e também cantamos : -"Seja feita tua vontade".
Mas com nossas atitudes dizemos: - "Deus, pera só um pouquinho que eu sei o que tô fazendo"

Eu estava orando cheia de dúvidas, e pedindo a Deus que ele me respondesse claramente o que seria melhor para mim, e Ele falou comigo, disse : - Ei filha, não vai por aí não, tenho algo melhor pra ti. 
E eu o que fiz? Duvidei...
- Ah isso não é Deus não, é só coisa da minha cabeça...
Então orei... Senhor fala comigo através de alguém, preciso de tua confirmação...
Era fim de semana de retiro dos adolescentes da igreja, e eu fui toda empolgada esperando receber uma resposta lá, afinal Deus se manifestaria ali não é mesmo?!
No ônibus a caminho do local do retiro uma amiga veio e me disse com essas palavras: - Você não está indo como retirante, está indo como canal de bênção, deixe Deus lhe usar.    

Então pensei, uau, Usa-me Senhor, Eis me aqui, só não esquece de me responder por favor Pai .
O retiro começou... Deus me usou como havia prometido, e nada da minha resposta ainda, e eu esperando...
-Vai Deus, me responde por favor...
Não aguentei, é eu sou realmente muito ansiosa, e durante a manhã de sábado, na piscina comentei com duas amigas.
Que por Deus me trouxeram a mesma resposta:  NÃO!

Pensei: Ah não, isso não foi nem Deus falando...
Durante a ministração da tarde, a palestrante estava falando que para adorarmos em espirito e verdade era necessário renunciarmos algumas coisas...
Então acho que Deus pensou, quer que eu seja mais claro filha? Então serei...
A palavra estava ótima, abençoada e tals. até que a palestrante com essas palavras disse: Aquilo que você quer, mas que traz duvida ao seu coração, não é para você. Deus tem algo melhor pra você!

Ah Pai! precisa ser mais claro não, já entendi... a resposta é não.
O retiro estava uma bênção, e no domingo de manhã a palavra foi a seguinte : Adorar é mais!
Em determinado momento o palestrante começou a falar novamente que para uma adoração genuína haveriam coisas em nossos caminhos que teríamos que renunciar coisas que aos nossos olhos seriam boa para nós.

Tudo bem... escutei tudo...
Muita coisa mudou em mim mesmo, depois deste retiro, no entanto continuei fingindo não haver resposta alguma...
Afinal, não era a que eu queria mesmo.
Mas depois de alguns poucos dias o próprio Deus me tirou aquilo em que eu insistia ser meu mas não era. Fiquei triste, e um bocadinho chateada.
Chorei um bocadinho antes de dormir.
Mas entendi que os planos de Deus na minha vida vão muito além do que eu possa imaginar. Entendi, não só de dizer que entendo, mas de viver esse entendimento.
Eu sabia que poderia ter sido diferente, sabia que poderia não ter chorado, mas fui desobediente e no entanto Deus é tão misericordioso, tão bom que tratou logo de estender os braços para mim.
Deus têm mostrado sua fidelidade em minha vida todos os dias quando abro meus olhos e levanto da cama, não só nisso ( que aliás não é pouco), mas também em grandes coisas, têm abençoado cada vez mais minha família e meu ministério.
E já não me vejo com aquilo que queria antes, não me vejo mais ali. Eu sei que meu Pai dos céus têm algo maravilhoso preparado para mim.


Amores meus, esse texto trata-se de uma experiência pessoal com Deus.
Um beijinho para vocês, e que Deus abençoe.